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quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Curso de NR25 em Piracicaba

    Não perca a oportunidade de fazer o Curso de NR25 em Piracicaba. As inscrições para o curso começarão na próxima sexta, dia 18/01. 

Acesse o site e consulte os preços especiais para inscrições realizadas com antecedência:


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segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Lista Brasileira de Resíduos Sólidos: A Instrução Normativa do IBAMA nº 13, de 18 de Dezembro de 2012

   O IBAMA publicou no fim de 2012 a Lista Brasileira de Resíduos Sólidos, Instrução Normativa nº 13/2012, estabelecendo a padronização da linguagem utilizada para a prestação de informações sobre os resíduos sólidos. Com a padronização se torna mais simples monitorar, controlar, fiscalizar e avaliar a eficiência da gestão e gerenciamento de resíduos sólidos nos diversos níveis, inclusive dos sistemas de logística reversa implantados.
   Dessa forma vai ficar mais fácil identificar, classificar e descrever um resíduo sólido e sua fonte geradora. Entre as fontes geradoras de resíduos perigosos incluem-se a extração mineral, os processos químicos orgânicos e inorgânicos, os de serviços de saúde e até aqueles gerados em casa. Organizada em 20 capítulos, a lista apresenta uma relação dos códigos para especificar cada tipo de resíduo.
   O IBAMA, a partir de agora, tem condições de controlar com maior eficácia as atividades de pessoas jurídicas já registradas no Cadastro Técnico Federal e que geram resíduos sólidos. As empresas que desenvolvem atividades potencialmente poluidoras e que já são obrigadas a prestar informações sobre a geração, coleta, transporte, armazenamento e destino dado aos resíduos terão uma nova forma de identificá-los a partir da lista.
   Com a padronização imposta pela Lista Brasileira de Resíduos Sólidos, será possível elaborar dados estatísticos comparativos sobre a geração e destinação dos resíduos de diferentes empreendimentos e atividades. 
 
Clique no link abaixo e leia a Instrução Normativa nº13 na íntegra:
 
 




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quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Curso de Sistemas de Gestão de Segurança e Saúde Ocupacional - OHSAS 18001:2007 em Piracicaba

    As inscrições estão abertas e podem ser feitas em nosso site. Para saber mais sobre as inscrições, o valor do investimento e outras informações acesse:

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sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Manual de Produtos Químicos da CETESB

   Para quem ainda não conhece, a CETESB disponibiliza em seu site o Manual de Produtos Químicos, que fornece informações sobre diversos aspectos de vários produtos químicos relativas à segurança, saúde, proteção e meio ambiente.  
   Além das informações usuais de uma ficha de segurança de produto químico, estão também disponíveis: informações ecotoxicológicas, métodos de coleta, neutralização e disposição final, potencial de concentração na cadeia alimentar, demanda bioquímica de oxigênio, entre outras.

Produtos Químicos


   Apesar dessas informações, este manual não pode ser considerado uma coletânia de FISPQ - Fichas de Informações de Segurança de Produtos Químicos, uma vez que as fichas não foram elaboradas em conformidade com a Norma Técnica NBR-14.725 da ABNT (2001).
   Nas fichas da CETESB você encontra a identificação do produto, medidas de segurança, risco ao fogo, propriedades físico-químicas e ambientais, informações toxicológicas, entre outros.

     Abaixo um exemplo da ficha de "Óleos Combustíveis (ABF E BPF)":


   Está com dúvida sobre algum produto químico? Acesse o Manual aqui!
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quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Motivação no ambiente de trabalho e o sistema de recompensas de Ichak Adizes



   Manter os colaboradores motivados e atuantes dentro da organização não é tarefa fácil. Ichak Adizes em seu livro “Os ciclos de vida das organizações: como e por que as empresas crescem e morrem” trata também de um subsistema de recompensas dentro das organizações.
   De acordo com seu livro, o subsistema de recompensas lida com variáveis que motivam as pessoas a realizarem uma tarefa. Ele possui dois subsistemas, cada um deles com diversas variáveis, que poderiam também ser sistemas. O primeiro envolve as recompensas extrínsecas – as recompensas que as pessoas desejam, mas cujo valor é determinado por forças externas. Essas recompensas não estão ligadas à tarefa e às responsabilidades da pessoa. Há dois tipos de recompensas extrínsecas:
  • Os salários, benefícios, bonificações, participação nos lucros e outros retornos econômicos; e
  • As recompensas não pecuniárias, tais como símbolo de status, títulos, honrarias, tamanho e localização da sala e a chave do banheiro executivo.
   Outro subsistema é o das recompensas intrínsecas. O valor percebido dessas recompensas independe de qualquer confirmação externa, provindo apenas da tarefa que é realizada. Se a tarefa for eliminada, desaparecerá a fonte de experiência gratificante. São de três tipos: tarefa, potência e missão.
   No caso de recompensas econômicas, a pessoa não precisa executar tarefa alguma para sentir-se recompensada, desde que receba um salário ou uma bonificação. Mas o valor desse dinheiro depende do que ela acredita que os demais estão recebendo por tarefas comparáveis e do quanto esse dinheiro consegue comprar.
   O dinheiro e o seu valor precisam ser medidos por um sistema de confirmação dissociado tanto da tarefa quanto de quem recebeu o dinheiro.
  As recompensas não pecuniárias também precisam de uma confirmação externa de seu valor. Uma escrivaninha com tampo de vidro não tem significado algum nos EUA, mas na Turquia significa que quem usa é um executivo de elevada posição e status; carpetes espessos não tem significado algum na Turquia, mas têm um sentido bem preciso nos EUA. Portanto, o valor depende do significado simbólico que se atribui a ele e do que a pessoa que confere o símbolo deseja transmitir. A recompensa não pecuniária não depende de uma tarefa ou responsabilidade para ser gratificante: basta que seja reconhecida pelos demais.
   Se alguém recebe o título de vice-presidente e uma vaga especial no estacionamento, mas ninguém fica sabendo, o próprio segredo elimina a recompensa, pois as recompensas extrínsecas não pecuniárias estabelecem uma hierarquia que precisa ser divulgada.
   Já as recompensas intrínsecas constituem uma experiência gratificante mesmo que ninguém fique sabendo. Elas existem se a tarefa estiver sendo realizada. Recompensas intrínsecas da tarefa são as recompensas provenientes da própria execução da tarefa. A recompensa intrínseca da tarefa é uma função do quanto a tarefa e a responsabilidade estão de acordo com a personalidade e a constituição psíquica de quem realiza a tarefa.
   A recompensa intrínseca de potência é a recompensa intrínseca proveniente do senso de potência, do fato da pessoa perceber que é capaz de fazer algo, mesmo que ela não aprecie necessariamente fazer esse algo. A possibilidade de fazê-lo em si é gratificante.
  A recompensa intrínseca da missão é a recompensa proveniente da sensação de estar cumprindo uma Missão, de se estar caminhando para atingir uma meta superior à tarefa imediata sendo executada.
   Como diferem as recompensas? As recompensas extrínsecas só são percebidas como recompensas se forem cada vez maiores. Mantidas constantes, seu impacto motivacional é bastante limitado – digamos duas semanas. Assim, um aumento de salário é ótimo por duas semanas; mas então o empregado quer mais. O mesmo acontece com os títulos e outros sinais não pecuniários de reconhecimento. Sua vida útil é curta. Para manter alguém motivado é preciso sempre conceder-lhe mais. A recompensa intrínseca, por outro lado, é sentida cada vez que a tarefa é realizada.
   Utilizar apenas um dos tipos de recompensa não é suficiente para manter o colaborador motivado, é preciso criar uma rede de recompensas que instigue a motivação dentro da organização.



Esse trecho foi adaptado do livro “Os ciclos de vida das organizações: como e por que as empresas crescem e morrem”, p. 296 a 304.
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sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Educação ambiental no mundo do trabalho: o ser humano no seu mundo


Nos últimos anos vem ocorrendo à incorporação dos conceitos de desenvolvimento sustentável e de atuação responsável pelas empresas, o que requer uma mudança de cultura e exige um programa de educação ambiental que mobilize todos os seus níveis hierárquicos.
Dessa forma, o meio ambiente é um agente catalisador do processo de interação dentro de uma empresa e não pode ficar restrito ao treinamento pontual que vise apenas à certificação. Um sistema de gestão ambiental não tem como objetivo cuidar do meio ambiente e sim a melhoria do desempenho ambiental e operacional de uma organização.
Esse processo começa com a compreensão das questões ambientais envolvidas nos processos da empresa, sejam eles de produção ou administrativo. Todo colaborador deve estar consciente das questões ambientais presentes em seu ambiente de atuação, do seu desempenho ambiental e do próprio desempenho operacional.  Para tanto, pode-se desenvolver um programa de educação ambiental que envolva um conjunto de atividades sistematizadas, e com a participação dos diversos setores da organização, que não pode estar distanciado da realidade operacional e ambiental da empresa, bem como do contexto de vida de seus colaboradores.
            Poucos são os trabalhos que relacionam a educação ambiental no ambiente corporativo. Normalmente a educação ambiental efetuada pelas empresas é praticada fora de seus limites, para um público diverso ao da empresa, como por exemplo, patrocinando projetos em escolas.
            O que se apreende é que a educação ambiental ficou distanciada em certa medida do ambiente corporativo, apesar do trabalho e da produção ocupar papel central da vida e da cultura humana sendo determinante para as transformações do ambiente. Por meio do trabalho, ocorre um processo que simultaneamente altera a natureza e autotransforma o próprio ser que trabalha (BETTEGA, 2009).
            Historicamente construiu-se a visão de que o trabalho sobremaneira aliena e “coisifica” o ser humano, o transforma no homo faber desprovido de significação, mero objeto.  Porém, o trabalho carrega consigo diversas significações e dimensões, porque o mundo do trabalho é essencialmente mundo dos sujeitos que com sua subjetividade faculta outros significados a sua prática para além de simples mercadoria ou elemento impessoal da organização produtiva (BETTEGA, 2009).
            O mundo do trabalho e, portanto das empresas, não pode ser encarado como algo mecânico, duro e frio que se dá sem a presença de homens e mulheres. Ao contrário é um espaço pujante de significações, parte importante da vivência em sociedade, onde o ser humano constrói suas percepções de mundo baseadas nas relações com o outro em sua vida cotidiana e com o ambiente que o cerceia, portando recebe e troca e transforma a realidade, trazendo seus sentidos próprios para dentro e para fora do ambiente corporativo.
            Paulo Freire (1983) nos aponta que o “o homem não pode ser compreendido fora de suas relações com o mundo, de vez que é um “ser-em-situação”, é também um ser do trabalho e da transformação do mundo”.
            A educação ambiental, não derrogando sua visão critica da sociedade, precisa ocupar os espaços onde há seres humanos que atuam na sociedade. O mundo do trabalho dentro das fábricas é um destes espaços. O desafio deste processo é entender o meio como campo de relações intensas e os seres como sujeitos protagonistas estruturando uma educação ambiental que “recusando tanto o desespero quanto o otimismo ingênuo” seja, portanto esperançosamente critica (FREIRE, 1983). 
                                  
“E sua esperança critica repousa numa crença também critica: de que os homens podem fazer e refazer as coisas; podem transformar o mundo. Crença em que, fazendo e refazendo as coisas os homens podem superar a situação em que estão sendo um quase não ser e passar a ser um estar sendo em busca do ser mais”.

            Dessa forma, deve-se considerar uma abordagem educacional que se fundamente na experiência intensa e íntima do grupo, respeitando os diferentes saberes e fazeres, suscitando condições para que o grupo crie um fazer educacional que lhe seja próprio e condizente com sua realidade (OLIVEIRA, 1995).
            A educação ambiental não tem a intenção de ser radical, e sim de ser um processo transdisciplinar, transformador e consciencioso que tem a intenção de interferir de forma direta com hábitos e atitudes dos cidadãos. Esta ciência visa o desenvolvimento da consciência ambiental e da cidadania ecológica do individuo, onde é estabelecido o respeito entre os seres vivos que existem em nosso planeta e melhoraria da estrutura de uma sociedade (QUINTAS, 2003).
O processo educativo busca a emancipação, que na filosofia, na teoria educacional e na prática política, remete a dois conceitos que, por serem pressupostos do processo emancipatório, permitem entender o seu significado: liberdade e autonomia. Estes conceitos não se referem a estados absolutos que se alcançam e tudo está resolvido. São processos que se vinculam as condições e as possibilidades em uma sociedade e em determinada época. Desta maneira não há emancipação fora da história, da natureza. Logo, a emancipação não é um movimento linear e automático de sair de um padrão para outro, mas dinâmico, pelo qual superamos limites identificados ao longo da existência (LOUREIRO, 2007).
O processo emancipatório almeja, portanto, a construção de uma nova sociabilidade e organização social na qual os limites que se objetivam na política, na educação, nas instituições e nas relações econômicas possam ser superados democraticamente. Em um processo que se afirme como emancipatório, as relações sociais se pautam pela igualdade e justiça social, pelo respeito à diversidade cultural, pela participação e pela autogestão. Em síntese, assumir a emancipação como pressuposto da Educação Ambiental exige de cada um de nós reflexão, conhecimento, crítica e autocrítica, exercício político e compromisso social em torno de mudanças profundas e da consolidação de “sociedades sustentáveis” (LOUREIRO, 2007).
Assim a educação ambiental conduz os profissionais a uma mudança de comportamento e atitudes em relação ao meio ambiente interno e externo  às  organizações.  A educação ambiental nas empresas tem um papel muito importante, porque desperta cada funcionário para a ação e a busca de soluções concretas para os problemas ambientais que  ocorrem  principalmente  no  seu  dia-a-dia, no  seu  local de trabalho,  na  execução  de  sua  tarefa,  portanto  onde  ele  tem  poder  de  atuação  para a melhoria  da  qualidade  ambiental  dele  e  dos  colegas.  Esse tipo de educação extrapola a simples aquisição de conhecimento (VIEIRA, 1998 apud ADAMS, 2005).



Referências do Texto

BETTEGA, J. J.  A experiência da espiritualidade e sua relação com o desempenho dos trabalhadores em uma indústria metalúrgica do segmento eletroeletrônico. Dissertação (mestrado) Programa de Pós-Graduação em Administração da Universidade de Caxias do Sul. Caxias do Sul, 2009.

FREIRE, P. Extensão ou Comunicação? Trad. Rosisca Darcy de Oliveira. 7 ed. Paz e Terra. Rio de Janeiro, 1983. (O Mundo, Hoje, v. 24). 

LOUREIRO, C. F. B. Emancipação. Em: Encontros e Caminhos: Formação de Educadoras(es) Ambientais e Coletivos Educadores - Volume 2. Luiz Antonio Ferraro Júnior, organizador. - Brasília: MMA, Departamento de Educação Ambiental, 2007

QUINTAS, J. S. Educação no processo de gestão ambiental: uma proposta de educação ambiental transformadora e emancipatória. Brasília, Ago. 2003

OLIVEIRA, E. M. Educação Ambiental, Uma Possível Abordagem. IBAMA – Brasília, 1995.



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terça-feira, 9 de outubro de 2012

Curso de "Elaboração de Programas e Projetos de Educação Ambiental"


   As mudanças nas organizações só ocorrem quando há motivação, sensibilização e comprometimento de todos, por isso a Educação Ambiental é a base para o sucesso da gestão ambiental em qualquer segmento.

   O objetivo do curso é proporcionar aos profissionais das mais diversas áreas do conhecimento subsídios para a elaboração e implantação de projetos e programas de educação ambiental em suas respectivas organizações, valorizando a troca de experiências e a construção participativa




As inscrições já estão abertas!

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